Posso começar este artigo dizendo que sou péssima parideira 😀 Não sei se abona muito a meu favor, mas serena-me a alma saber que sou boa mãe 🙂

Esta já é a minha segunda gravidez, segunda gravidez com risco. Já da gravidez da minha primeira filha estive “de molho”, um repouso mais “light” do que desta segunda. Mas posso dizer que me foi muito mais difícil encarar a situação da primeira gravidez, ao contrário do que seria de esperar.

Sendo que esta é a segunda vez que me obrigam a repouso, eu poderia estar muito mais impaciente, só pelo simples facto de repetir a dose, não acham? Sendo que esta é a segunda vez que me obrigam a repouso, e desta vez comecei o repouso mais cedo, com internamento incluído, eu poderia sentir-me uma pessoa infeliz certo? Sendo que esta é a segunda gravidez, tendo já eu uma princesa pequena em casa, a precisar da mãe, eu teria todo o direito de me sentir injustiçada pela vida, certo?

Não vou armar-me aqui em heroína e dizer-vos que não custou. Custou!!!! Quando, às 27 semanas de gravidez, me disseram que teria de ficar internada e fazer repouso até ao dia em que o meu pequeno rebento decidisse nascer, eu chorei, oh se chorei. Mas acho que faz parte e é saudável, exteriorizar o que se sente para depois nos recompormos.

Óbvio que a maturidade da segunda gravidez é outra, que a maternidade nos traz outra serenidade e forma de encarar a realidade, mas há fatores que me ajudam a manter mentalmente sã.

Um deles é saber que quanto mais stressada eu estiver, mais libertação de hormonas que podem induzir trabalho acontece. Só aí, sinto a obrigação de fazer um trabalho de mentalização e relaxamento que é importantíssimo.

Outro fator de muito peso é saber que estando tranquila, tranquilizo os outros à minha volta, marido e família próxima, além da minha filha mais velha. A situação é difícil de gerir, por isso temos de facilitar o processo.

Mas uma coisa que faz muita diferença é manter a cabeça ocupada. E foi isto que eu não consegui na minha primeira gravidez e que me fez estar tão ansiosa pelo final da gestação, ansiedade esta que não ajudou na altura do trabalho de parto e amamentação.

Por isso desta vez, depois de chorar o que tinha a chorar, lembrei-me da célebre frase: “Trabalho, ou nos mata ou nos salva” e foi aí que decidi que iria manter-me ocupada, ainda que deitada num sofá, com a gestão do meu negócio. Basta ter acesso à internet, um telemóvel e/ou um computador e os dias passam mais rápido.
Afinal de contas, este é um negócio que pode ser feito onde quisermos, quando quisermos e agora acrescento, na posição que quisermos 😀

E assim me vou manter, pelo sofá, “virando o frango no espeto. Não posso viver a vida lá fora e por isso aproveito este tempo, para investir no crescimento do meu negócio, aquele que me ajuda a dar mais qualidade de vida à minha família.

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